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Mostrando postagens de janeiro 15, 2017

Hoje é dia de pensar!

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Heranças do sangue Por Akácia Ribeiro Museu Oscar Niemeyer 2012 Segue-se o rito de contrição entre a mão que balança o berço e o futuro “ da nação ”, (danação, palavra discutida no texto “ Que País é Esse? Uma discussão sobre nossas raízes!” ) desde os primórdios, a literatura, a psicanálise, a psiquiatria, a filosofia, a ciência, a religião, enfim, as diversas áreas do conhecimento discutem o papel dos pais, e, principalmente da mãe na vida de seus filhos. De Raduan Nassar, com Lavoura Arcaica, a Milton Hatoum, com Dois irmãos, persiste a tradição da hidra que com suas cabeças enlaça, sevicia e desmorona sobre o passante, desgraça e torpeza, essas mães e pais como citadas na literatura, afoitos ao protecionismo, com seu amor permissivo e indolente levaram seus filhos e a família à ruína. Se a situação ficasse apenas na literatura estaríamos salvos, mas a vida imita a arte, e assim por diante, o retrato da sociedade é mais torpe do que a mais vil literatura. ...

Aos outros, a você, a nós!

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Aos outros Por Akácia Ribeiro Há que se propor esperança no desalento! Quando se têm esgotadas as diversas alternativas, não se esgotam as expectativas. Sinta a brisa roçar de leve o rosto sulcado, o mesmo vento que dissipa temores enraizava desalento. Contemple com doçura o verde revelado, a imensidão das colinas convida a liberdade de ser e estar. Ser para os outros como um tear, fiando cada pedaço de desilusão amarga, tecendo cada lágrima de medo enraizado. As flores que se abrem resolutas inspiram à batalha, colorem os olhos, que repletos de esplendor transmitem ao cérebro o fio da esperança. É possível ainda sonhar com a Justiça, que mesmo cega tateia ao léu em busca de arrimo e mão amiga, estendida sobre o manto cinza da indiferença, do soerguer das sobrancelhas, do sussurrar metódico do descaso. Embaixo da pompa irrisória, o aviltante mundo da solidão, recoberto pelo ouro dos tolos, que acreditam que o status é a benevolência dos céus, no entanto...