Sobre meu livro "Floresta das Sombras".
Promessas de sonhos
Meus queridos leitores e leitoras, amigos e amigas, conhecidos, hoje quero compartilhar com vocês um sonho realizado, em meu último texto publicado no dia 19 de agosto eu falei dos sonhos, e do quanto é importante batalharmos por eles.
Fui alfabetizada cedo, aos cinco anos por minha falecida mãe, professora e responsável por grande parte do que sou hoje, se leio muito, se gosto de escrever foi com ela que adquiri o hábito, porque é um hábito.
Para gostar de ler primeiro você tem que se habituar ao silêncio, ou a música que você coloca para ler, ou melhor, habituar-se ao seu momento, ao tempo que você retira para navegar pelas linhas da obra e ser coparticipante da história.
A rir e a chorar com as personagens, a sentir raiva, a discordar, a vivenciar, a questionar, a recriar sentidos, pois a partir do momento que a obra foi publicada e chegou aos leitores, a recepção de cada um é uma na imensa colcha de retalhos, cheia de sentidos que ela provocará.
E a intenção do autor ou autora é de contribuir para que a obra tenha tantos sentidos quanto os que ela puder ensejar.
É maravilhoso o poder transformador da leitura, quem bebe dessa fonte não quer se afastar dela, deseja-a veemente, pois tem sede, muita sede.
Se você é sedento como eu, ávido por navegar por oceanos incertos, convido vocês a participarem comigo da vida de Lúcios, um jovem que viu sua vida naufragar em suas más escolhas, e depois descobriu que estava com um câncer inoperável no cérebro.
Embarque com ele em uma jornada de autoconhecimento e perdão, pois até para partir precisamos nos perdoar.
Leia a sinopse.
Título: Floresta das Sombras
Número de páginas: 278.
Valor: 32,00 reais.
Para Lúcios o que ele vivia era o
máximo da verdade, apesar de não ser o que esperara de seus planos, sua vida
era real. Tinha o afeto da família, a estabilidade no trabalho, a namorada
desejada, um corpo saudável, mas, de repente, o que ele vivera era uma ilusão.
E, a partir da constatação de que sua vida não passava de uma mentira, que a
doença se espalhava feito uma raiz imperfeita, ele fez uma escolha; sua escolha
mudou radicalmente sua vida. E será que ele fez a escolha certa? A vida é feita
de escolhas, de pequenas decisões que acatamos ou não. E até que ponto sabemos
escolher? Nesse jogo da vida só acerta ou erra quem decide correr o risco de
errar, é meio a meio. Embarque nessa jornada de Lúcios, e descubra se o caminho
que ele decidiu trilhar pela floresta densa e escura, o levará ao fim ou ao
começo.
Aconteceu com ele, mas poderia ter acontecido com você!
Contatos para adquirir a obra: Márcio Oliveira (35) 999148656, José Alves (35) 999655085, Ilizângela Santos (35) 999694404
Obs.
Haverá noite de autógrafos em data a ser divulgada.
Boa leitura!
Espero vocês na noite de autógrafos!!!
Aproveite para ler um trecho.
XII
Floresta das sombras
O que
é o medo senão a projeção de nós mesmos? Tudo o que temos medo de alguma forma
está enraizado em nós, como uma erva daninha que consome aos poucos, se alastra
sem pressa, toma conta dos recônditos, dos vazios, se espalha como a hera, a
hidra, como o câncer.
Eu
podia agora me ver despido de temores, me ver livre das amarras insanas das
convenções, eu ia morrer e logo. Então podia falar, pensar e fazer o que
queria. Podia?
Todavia,
o que é abrupto leva ao medo, o novo é o medo de ser diferente, o ser diferente,
nada mais é que o medo de ser novo de novo. Tudo o que não é medo é liberdade
refugiada, pois só há liberdade no medo. Depois de disperso o sentimento que
enraíza, o vento que se dissipa é de alívio, alívio em ver que tudo não passou
de mais um ataque de pânico, pânico aviltado e acrescido de nosso assomo em
condicionar o medo.
“Medo,
medo, medo, mano velho, vai, vai, medo escondido”, a permanência no medo é a
indecifrável vertigem do tempo, tudo se reduz aos segundos de pânico que
invadem, fazem reduto, estragam por dentro. Impõe-se o controle, somos libertos
da euforia angustiante que acelera os batimentos, suprimem a respiração,
estacam as pernas, paralisam os olhos, eriçam os pelos, essa explosão
antagônica é reduzida ao alívio quando conseguimos suprimir a sensação
causticante do medo.
Quem
não se viu às voltas com o medo, quem não enveredou por seus caminhos tortuosos,
quem não ouviu os ecos noturnos de seus lamentos, que atravessam portas,
invadem o quarto e se fixam nas paredes, depois se perdem na noite escura, na
insônia desconcertante, no vazio do silêncio, esse é o medo, “nosso pai e nosso
companheiro” das noites insones e vazias.
Por
um tempo nossa cidade se viu às margens do medo, solfejando tranquilamente em
sua alcova vermelha e negra. Em seus amontoados de escárnio e frieza. O medo
dominou os moradores, as crianças, os jovens, os adultos, os idosos, todos
tinham seus tiquinhos de medo a balbuciar pelas praças, todos tinham sua visão
do fato, a testemunha verdadeira que impingia aos outros o velho sufrágio do
segredo e a velha corrente do medo.
IN: “Floresta das Sombras”, Akácia Ribeiro, p.
145 e 146.
Obrigada!

Bom dia ! Claro que vou adquirir e louca para reencontra la na noite de autógrafo . Bjs
ResponderExcluirComo vai minha querida amiga, quantas saudades, espero mesmo que venha para a noite de autógrafos, assim que tiver a data confirmo com você. Obrigada pelo carinho.
ExcluirParabéns!!.. Vc merece muito sucesso!!.. Deus t abençoe!!
ResponderExcluirMinha amiga de longa data, obrigada por seu carinho é muito importante. Sinto saudades dos ecos de nossas risadas. Saudades. Grande abraço.
ExcluirE parabéns por suas conquistas também.
ExcluirAka, parabéns pela realização do seu sonho: a escritura de um livro.ja estou na fila para ter o meu autografado. Sucesso e muitas flores no jardim.Pat
ResponderExcluirObrigada minha querida amiga por seu seu carinho. Quantas saudades tenho de você, de seu bom humor, de sua garra, você é meu orgulho. Sucesso.
ExcluirSeu exemplar chegará aí em Portugal, garanto, muitos flores para você! Jardins imensos.
Querida prof eu sou a julia do 7 amarelo queria um livro mas ?
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